Religião

Católicos celebram Corpus Christi com a tradicional confecção de tapetes em Fortaleza

Diante do cenário da pandemia da Covid-19, as igrejas tiveram limitação de público em 30%

Com a presença reduzida de fiéis devido às determinações do decreto estadual para prevenir a disseminação da Covid-19, os católitos celebraram a data de Corpus Christi, nesta quinta-feira (3), com a tradicional confecção de tapetes.

Na Paróquia Cristo-Rei, no bairro Aldeota, o tradicional tapete – que no cristianismo simboliza caminho por onde o corpo de Cristo vai passar – foi confeccionado no templo sagrado.

O mesmo aconteceu nas Paróquias de Nossa Senhora dos Prazeres, em Caucaia, e na Nossa Senhora da Glória, na cidade dos Funcionários.

Legenda: Em Caucaia, o tapete foi armado na entrada da Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres
Foto: Divulgação

Um imenso e florido tapete também foi formado na Paróquia de Nossa Senhora das Dores, no bairro Otávio Bonfim e na Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus, no bairro Vicente Pinzón, ambos na Capital Cearense.

Legenda: Na Paróquia Nossa Senhora das Dores, o público na celebração de Corpus Christi esteve reduzido
Foto: Divulgação

Na Igreja da Saúde, no Mucuripe, e na Paróquia de Gauiuba e na Nossa Senhora de Salette, no bairro Bela Vista, os fiéis finalizaram a confecção dos tapetes no início da tarde.

Os adereços religiosos estampavam frases que pediam “vacina (contra a Covid-19) para todos” e alimento na mesa. 

Legenda: Na Igreja do Mucuripe, um enorme e colorido tapete foi confeccionado para celebrar a tradição de Corpus Christi
Foto: dovulgação

Alguns tapetes destacavam a importância do isolamento social e o uso de máscara, e também faziam referência as quase 500 mil mortes por decorrência do novo coronavírus no Brasil.

Legenda: Além dos dizeres religiosos, os tapetes em celebração à Corpus Christi traziam mensagens alusivas à pandemia
Foto: Divulgação

Tradição em meio à pandemia

A data de Corpus Christi, celebrada pela Igreja Católica, exalta a presença de Jesus Cristo no pão e no vinho consagrados.

No calendário litúrgico, este é um dos momentos de maior simbolismo para o católico, por rememorar o mistério do sofrimento de Cristo para resgate e salvação da humanidade.

A celebração da data teve início na Bélgica, no século XIII, quando uma freira afirmou ter tido visões de Jesus demonstrando-lhe o desejo que a Eucaristia fosse celebrada com mais vigor pelos fiéis.

Neste ano, assim como ocorrera em 2020, diante do cenário pandêmico, as celebrações ocorrem com redução de público.

Em 2021, as igrejas estão permitidas a realizarem missas presenciais, mas com ocupação de até 35% da capacidade de membros em cada igreja. As celebrações também são transmitidas via internet.

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Marcio Sousa

Editor chefe, Radialista profissional e Diretor de Programação da Taperuaba 98,7 FM

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